Resenha | 2001: Uma Odisseia no Espaço, Arthur C. Clarke

Resenha | 2001: Uma Odisseia no Espaço, Arthur C. Clarke


Dave, minha consciência se esvai. Estou sentindo.



Sobre o Livro
2001: Uma odisseia no espaço é um livro do autor Arthur C. Clarke, ele foi escrito a pedido de Stanley Kubrick para posteriormente ser adaptado para o cinema.
Arthur C. Clarke achou que seria melhor escrever o roteiro após a escrita do livro, assim nasceu essa obra prima.
No começo da narrativa somos apresentados aos homens-macacos em um tempo muito remoto. Os homens-macacos ainda não desenvolveram o raciocínio lógico, mas tudo muda quando eles são expostos a um monolito. Esse monolito passa alguns comandos para os homens-macacos e a partir daí eles passam a desenvolver técnicas de sobrevivência e começa um processo evolutivo.

Depois disso há um salto temporal e chegamos ao ano de 1999. Nessa parte há a descoberta de um misterioso objeto encontrado na lua. Para descobrir do que se trata, um astronauta é enviado.
É descoberto que o objeto emite ruídos estranhos que são captados por uma das luas de saturno.
Então, em 2001, três astronautas começam uma viagem pelo espaço a bordo da nave Discovery One para investigar a transmissão descoberta em 1999.

Minhas Impressões
Esse livro é um dos mais importantes do gênero ficção científica, e não é por menos. Além de tratar dos mistérios do universo, ele também trata do conflito homem-máquina. Isso fica claro nos diálogos entre HAl, um robô com inteligência artificial, e os tripulantes da Discovery One.
O livro é bem construído e dividido em momentos diferentes da evolução humana.
Arthur C. Clarke foi genial ao descrever as diferentes épocas e os personagens. Os detalhes do pensamento do homem primitivo e os detalhes da viagem pelo espaço são cuidadosamente descritos. 
Eu amei esse livro e recomendo para quem gosta do gênero, pois é uma leitura obrigatória!

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Ficha técnica
Livro: 2001: Uma Odisseia no Espaço
Autor: Arthur C. Clarke
Editora: Aleph
Páginas: 336
ISBN: 9788576571551
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Sobre Francine Nunes

Quase química. Amante de livros, séries e filmes. Assim como o Cazuza, meus heróis morreram de overdose. Guerra é paz, liberdade é escravidão, ignorância é força.

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